Embora continuasse a valorizar a fé como instrumento
de conhecimento, Tomás de Aquino não desconsidera a
importância do “conhecimento natural”. Se a razão não
pode conhecer, por exemplo, a essência de Deus, pode,
no entanto, demonstrar sua existência ou a criação divina
do mundo.
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
Segundo Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena
Pires Martins, para Tomas de Aquino, uma dessas provas
revela que