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Na escola X, os professores do quinto ano, ao trabalharem um projeto de inclusão, para dar início a ele, utilizaram o conto “Não somos figurinhas”, de Claudia Werneck. Nesse conto, a personagem principal manifesta:
"Não somos iguais, não somos iguais, é tudo mentira. Eu olho para a Pati, o Ivan, o Ademir, a Tatá e só vejo diferenças." (...)
"E quem não tem duas pernas? Ou não escuta? Ou tem dois olhos, mas um é de vidro? Ou é muito feio? Aí não é gente? Para ser gente não basta nascer? E os bebês, não são diferentes? Por que vocês insistem em me convencer de que somos iguais? Gente não é como figurinha, que nós arrumamos em fila, deixando de lado as amassadas e as rasgadas para decidir o que fazer com elas depois". Com esse projeto, os professores objetivam que a comunidade escolar entenda que:
I. as pessoas são diferentes, em virtude de características físicas, raciais e culturais e o respeito a essas diferenças é condição básica para a inclusão.
II. a diversidade deve ser reconhecida e valorizada para que todos participem efetivamente da vida em sociedade.
III. a inclusão escolar já deve ter início nos primeiros anos do Ensino Fundamental, período no qual os princípios de igualdade desenvolvem as bases necessárias para a construção do conhecimento e seu desenvolvimento global.
IV. com a inclusão, as diferenças não são vistas como problemas, mas como diversidade. É essa variedade, a partir da realidade social, que pode ampliar a visão de mundo e desenvolver oportunidades de convivência a todas as crianças.
V. que a homogeneidade favorece o processo de ensino e aprendizagem e dinamiza as interações entre as crianças.
De acordo com a descrição, são CORRETAS apenas as ações:
Esta questão foi aplicada no ano de 2016 pela banca FAEPESUL no concurso para Prefeitura de Araranguá - SC. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Pedagogia e Didática, especificamente sobre Temas Pedagógicos.
Esta é uma questão de múltipla escolha com 5 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.