A presença iorubá na Bahia produziu uma rede cultural própria,
baseada nas tradições étnicas africanas e readaptada ao contexto
da sociedade escravista colonial. Os cantos, os grupos de
trabalho, as juntas de alforria, as práticas religiosas e lúdicas
funcionavam como estratégias de sobrevivência e resistência dos
escravos africanos. O principal espaço dessa rede simbólicocultural é o terreiro de candomblé jeje-nagô, denominado egbé.
Com base no texto, a afirmativa que caracteriza corretamente o
papel desempenhado pelo egbé na construção da identidade
cultural brasileira é: