Moran (2000) defende a integração da televisão e do vídeo
na educação escolar. Segundo o autor, o fato do vídeo, na
cabeça do aluno, significar descanso e não “aula” pode ser
utilizado para atrair o aluno para os assuntos do planejamento pedagógico. Ele afirma que televisão e vídeo
A combinam a comunicação sensorial-cinestésica com
a audiovisutal, a intuição com a lógica, a emoção
com a razão. Integração que começa pelo sensorial,
pelo emocional e pelo intuitivo, para atingir posteriormente o racional.
B desenvolvem o rigor, a organização, a abstração e a
análise lógica, enquanto a linguagem escrita solicita
constantemente a imaginação.
C possuem uma lógica narrativa que se baseia necessariamente na causalidade e evitam a contiguidade,
ou seja, evita-se colocar um pedaço de imagem ou
história ao lado da outra.
D veiculam mensagens que exigem muito esforço e envolvimento do receptor. Os temas são amplamente
aprofundados, explorando os ângulos emocionais,
contraditórios e inesperados.
E respondem à racionalidade dos jovens e da grande
maioria da população adulta. São dinâmicas, dirigem-
-se antes à razão do que à afetividade. O jovem lê
o que pode visualizar, precisa ver para compreender.