Para a colheita de material biológico, leia as
informações abaixo e, em seguida, marque a opção
correta:
I - Colheita de material para exame
anatomopatológico — o ideal é que o fragmento
a ser coletado tenha em média 2cm2 e
contemple a lesão, os limites dela com o tecido
normal e as áreas aparentemente normais,
circunvizinhas à lesão. Geralmente, utiliza-se,
como solução fixadora, o formaldeído a 10% ou
20% para fixação.
II - Colheita de material para exame parasitológico
— para o exame de endoparasitos, o material
não pode ser coletado diretamente do intestino
do animal durante a eutanásia, por exemplo.
Esse material deve ser, obrigatoriamente,
coletado da gaiola do animal (não sendo
necessárias gaiolas metabólicas) e colocado em
frascos ou placas de Petri com solução de salina
(e deixados à temperatura ambiente) por 72
horas. Em seguida, deve ser encaminhado para
o laboratório. Os cuidados com a identificação e
Edital 120/2023 Técnico o transporte do material também devem ser
observados.
III - Colheita de material para exame bacteriológico
– esse tipo de procedimento deve ser realizado
sob condições de assepsia, e todos os
instrumentos necessários deverão estar
estéreis. Sangue, tecidos e secreções são
utilizados para identificação de bactérias. O
material deve ser remetido rapidamente ao
laboratório, acondicionado de maneira a
conservá-lo fresco, ou seja, refrigerado.
IV – Colheita de material para biologia molecular —
os cuidados devem ser redobrados,
principalmente, com relação ao tempo entre
coleta e armazenamento, visto que as reações
químicas são bastante rápidas, e, quanto mais
tempo se passa na coleta, maior a chance de erro
e resultados falsos negativos para o parâmetro
a ser analisado. Nesse sentido, o congelamento
deve ser imediato.