Quando pensamos em estratégias de intervenção
profissional relativas à questão de gênero, um dos
desafios do assistente social é romper com práticas
conservadoras e para isso é necessário não somente
exercer a democracia e se comprometer com a cidadania,
mas fazê-los sem preconceitos ou discriminações de
qualquer natureza, viabilizando as conquistas legais.
Temos também a necessidade de perceber a diversidade
sexual e de gênero nos termos de sua historicidade,
contradição e totalidade. Pensar o atendimento de
situações de violência motivadas pela orientação sexual
ou identidade de gênero deve implicar: