A inclusão escolar é um direito. Ao mesmo tempo, isso tem
figurado como um dos maiores desafios da atualidade, tendo
em vista que as crianças e adolescentes com Transtorno Geral
do Desenvolvimento (TGD) precisam e devem ter sua permanência em sala assegurada. Os professores necessitam da estrutura da escola para possibilitar a execução de tarefas que
favoreçam tanto a aprendizagem quanto o desempenho dos
alunos diante das dificuldades que cada um pode demonstrar.
Deve-se ressaltar a necessidade de conhecimento e o reconhecimento pelos professores das características e grupos que
compõem os alunos com TGD, para que se utilizem assertivamente de práticas pedagógicas que transformem os estudantes em personagens ativos dentro desse contexto e não em
meros espectadores. Sendo assim, um professor que atua no
atendimento especializado deve saber que os transtornos globais do desenvolvimento:
I. Não têm uma definição, pois as características englobadas
em um conjunto de comportamentos dificultam a definição
de um único conceito, mas dele faz parte a psicose infantil.
II. Abrangem crianças cujos comportamentos estão voltados
para o mundo interior, apresentando fobias; automutilação;
alheamento do contexto externo; timidez; recusa em verbalizar. O que difere uma condição da outra é a intensidade
ou o grau que tais situações se apresentam.
III. Abrangem crianças voltadas para o ambiente exterior, tais
como agredir; faltar com a verdade; roubar; gritar; falar initerruptamente. O que difere uma condição da outra é a intensidade ou o grau que tais situações se apresentam.
IV. Inclui crianças com atraso ou ausência total da fala e,
uma vez com a fala adequada, apresenta dificuldade em
iniciar e manter uma conversa. Podem apresentar desenvolvimento normal nos primeiros meses de vida. Nesse
caso, é fundamental que haja o auxílio de fonoaudiólogo
e psicólogo.
Está correto o que se afirma em