Leia o texto abaixo:
“O problema em matéria de audição vem do fato de que o
cérebro é um órgão muito rápido e que se pensa muito mais
depressa do que se fala. Assim que escutamos uma pessoa,
solicitamos ao cérebro que trabalhe muito mais lentamente em
comparação com sua capacidade. Entretanto, não chegamos
realmente a reduzir a velocidade do cérebro; enquanto
registramos as palavras transmitidas pelo emissor, o cérebro
continua a tratar as centenas de palavras e a fazer associações de
ideias. Em outros termos, quando escutamos, nos resta algum
tempo livre para pensar. É o emprego desse tempo livre que
torna a escuta boa ou má”.
Levando em consideração que o conteúdo temático do texto é de
difícil acesso pelo leitor comum, o processo utilizado para tornar
esse conteúdo mais claro foi: