“Em pedagogia, tal como em arquitetura, o programa corre o
risco de matar o projeto.”
(BOUTINET, Jean-Pierre. Antropologia do projecto. Lisboa: Instituto Piaget, 1996)
“Os programas não são como trilhos de via-férrea, sobre os quais
deva correr invariavelmente a máquina da escola; são direções,
com etapas vencíveis em determinado espaço de tempo,
indicadas, a viajantes livres e inteligentes, pela experiência dos
que já as seguiram mais de uma vez.”
(Adaptado de TOLEDO, João. Didáctica (nas escolas primárias). São Paulo: Livraria
Liberdade, 1930)
Os dois trechos acima expressam uma determinada posição
acerca do programa de conteúdos na prática pedagógica.
De acordo com essa concepção: