Historicamente, a escola foi caracterizada por uma
perspectiva educacional que limita a oportunidade de
educação a um grupo privilegiado, criando uma dinâmica
de exclusão que foi legitimada por políticas e práticas
educacionais que reproduzem a estrutura social
existente. Com o avanço do processo de democratização
da educação, surge o paradoxo inclusão/exclusão, onde
os sistemas de ensino buscam universalizar o acesso,
mas persistem em excluir indivíduos e grupos que não se
enquadram nos padrões homogeneizadores da escola.
Dessa forma, sob diversas formas, a exclusão apresenta
características comuns nos processos de segregação e
integração, os quais envolvem a seleção e contribuem
para: