Um homem de 65 anos de idade, portador de
cardiomiopatia não isquêmica, com fração de ejeção de 18% e
regurgitação mitral grave havia três anos, compareceu a consulta
de rotina. Com a terapia farmacológica ideal, o paciente
apresentava sintomas de classe I da NYHA, sem sinais de
descompensação cardíaca.
Haja vista o quadro clínico nesse caso, a estratégia recomendada
consiste em