A convivência com pares da mesma idade estimula o
desenvolvimento cognitivo e social do estudante com
deficiência, que acaba por demonstrar maior interesse
pelo ambiente que o cerca e apresenta comportamentos
próprios para sua idade. O professor deve estar atento à
interação estabelecida entre os estudantes com e sem
deficiência, TGD e altas habilidades/ superdotação,
promovendo, não somente as aprendizagens
acadêmicas, como também o relacionamento entre eles
e o aumento da autoestima desses estudantes, a fim de
corroborar a interação na classe (RODRIGUES;
MARANHE, 2010).
Como parte de uma escola voltada para a diversidade, a
Educação Especial na perspectiva da Educação
Inclusiva: