Menino de 10 anos, com antecedente de encefalopatia
crônica não evolutiva e epilepsia de difícil controle, dá
entrada no pronto-socorro com convulsão tônico-clônica generalizada, sem outros sintomas. Mãe refere que
a criança está convulsionando há cerca de 30 minutos,
tempo que demorou para chegar ao hospital. Admitido na
sala de emergência, precisou de duas doses de midazolam intramuscular (0,3 mg/kg cada) para resolução das
crises. Cerca de 30 minutos depois, paciente mantém--se sonolento (estimada escala de coma de Glasgow
de 10), com pupilas mióticas, sem nistagmo, sialorreico,
FR = 14 ipm, SatO2
= 98% em máscara de Venturi a 50%,
sem sinais de desconforto respiratório, FC = 82 bpm,
PA = 90 x 42 (65) mmHg.
Considerando o quadro atual, assinale a alternativa que
descreve a conduta mais adequada para esse paciente.