Paciente de 74 anos, com história de câncer de mama tratado com
quimioterapia e radioterapia há dois anos, apresenta à consulta
médica de geriatria, uma cintilografia óssea mostrando múltiplos
implantes secundários em quase toda coluna vertebral, crânio,
ilíaco, fêmur e arcos costais.
A paciente é lúcida e orientada, autônoma e independente, casada
e tem três filhos. Antes da consulta a filha mais velha procurou o
geriatra pedindo para que o resultado do exame não fosse
informado à sua mãe, pois estava com medo de que ela ficasse
deprimida. Durante a consulta, a paciente pede que o geriatra
informe o que mostrou o exame.
Na perspectiva da ética na relação entre médico, paciente e
família, a melhor conduta a ser seguida é