“As razões da quebra (“crash”) da Bolsa de Valores
de Nova York em 1929 são muitas, mas podem ser
sintetizadas em uma frase: ‘Todos queriam vender seus
produtos, mas ninguém queria comprar’. Isso fez com
que as ações das empresas perdessem valor. Portanto,
a maior crise da história do capitalismo não foi uma
crise de escassez, mas de excesso, estimulada pela
livre concorrência entre empresas privadas, sem
planejamento integrado ou qualquer regulação do
Estado.”
A crise financeira que assolou os EUA e o mundo
globalizado a partir de 1929 desestabilizou as
principais economias do mundo, causando uma onda
de desemprego e falência de várias empresas.
Buscando solucionar a crise que colocara os EUA no
período da “Grande Depressão”, Franklin Delano
Roosevelt assumiu a presidência do país impondo uma
política econômica que propunha a intervenção estatal nos mais variados setores da economia estadunidense.
Baseado nas ideias do economista britânico John
Keynes, tal política ficou conhecida como: