Noel Rosa, também conhecido como “o poeta da Vila", é o autor da canção “Último desejo", lançada originalmente por Dalva de Oliveira.
Nosso amor que eu não esqueço E que teve o seu começo numa festa de São João Morre hoje sem foguete, sem retrato e sem bilhete Sem luar, sem violão Perto de você me calo Tudo penso e nada falo, tenho medo de chorar Nunca mais quero o seu beijo Mas meu último desejo você não pode negar Se alguma pessoa amiga pedir que você lhe diga Se você me quer ou não Diga que você me adora, que você lamenta e chora A nossa separação Às pessoas que eu detesto Diga sempre que eu não presto, que meu lar é o botequim E que eu arruinei sua vida Que eu não mereço a comida que você pagou pra mim
Sobre essa canção, foram feitos alguns comentários. Analise-os como (V) verdadeiros ou (F) falsos.
( ) Ao se acionar o conhecimento prévio, nota-se que o amor cantado pelo sujeito poético teve seu início no mês de junho. ( ) Está implícita a relação semântica de causa-consequência no verso “Tudo penso e nada falo, tenho medo de chorar". ( ) A função do pronome “se" é a mesma nos versos “Se alguma pessoa amiga pedir que você lhe diga" e “Se você me quer ou não". ( ) A substituição do artigo “o" pelo artigo “um" em “que meu lar é o botequim" traz mudanças significativas ao significado do trecho. ( ) O termo “que" que inicia o verso: “Que eu não mereço a comida que você pagou para mim" é um pronome relativo.
A sequência correta de classificação, de cima para baixo, é: