“Neste nível, a criança não estabelece relações entre a escrita e
a pronúncia. Nesta fase, ela expressa sua escrita através de
desenhos, rabiscos e letras usadas aleatoriamente, sem
repetição e com o critério de no mínimo três. Aqui, a criança nem
desconfia que as letras possam ter qualquer relação com os sons
da fala.” (Ferreiro e Teberosky, 1999, p.35).
As pesquisadoras Emília Ferreiro e Ana Teberosky, em seus
trabalhos sobre a psicogênese da língua escrita, postularam que
a escrita infantil se constrói em níveis evolutivos, de acordo com
a produção escrita da criança quando lhe é proposta uma
situação. As informações ora exposta, referem-se ao nível