“Refere-se às decisões que adultos tomam para as crianças e por elas, em geral sem consultá-las, sem lhes dar voz
ou sem criar espaços de escuta. Essa postura precisa ser repensada em contextos educacionais e sociais nos quais
crianças crescem e convivem entre elas e com jovens e adultos.” (In: FRIEDMANN, Adriana. A vez e a voz das
crianças - Os essenciais da infância: para início de conversa).
No trecho acima, a autora aborda o conceito de: