“Quando falta uma visão clara dos elementos que
são necessários para se constituir um texto (e é muito provável que tais elementos faltem para muitos
professores!), vamos a ele, simplesmente, para reconhecer classes e categorias da gramática, sem que
procuremos averiguar em que tais classes e categorias intervêm para fazer, daquele conjunto de palavras, uma unidade de sentido comunicativamente
funcional.”
(Antunes, I. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola
Editorial, 2010, p. 37)
Segundo alerta Antunes (2010), o trabalho com o texto, em sala de aula, não deve restringir-se a operações meramente metalinguísticas.
A esse respeito, é correto afirmar que o desenvolvimento da competência dos estudantes para a recepção, análise e produção de textos requer que eles
sejam concebidos como