A pesquisa em Serviço Social é uma estratégia de conhecimento e ação para o profissional. O Assistente Social, em seu
cotidiano de trabalho, dispõe de dados referentes aos usuários atendidos, como sexo, idade, profissão, composição familiar,
condições habitacionais, escolaridade, dentre outras informações contidas no cadastro do usuário. Esses dados
A permitem uma primeira identificação dos usuários. Faz-se necessária também a junção dos dados, analisando e compreendendo as causas, os significados e as possibilidades de ação, sendo necessário ainda considerar o protagonismo
dos sujeitos, pesquisador e pesquisados, uma vez que a produção de conhecimento é também um fenômeno político.
B e demais dados estatísticos devem ser menosprezados, pois no processo de pesquisa é fundamental compreender as
causas, os possíveis significados, e analisar alternativas de ação.
C e demais informações disponibilizadas devem ser compilados, pois o foco da pesquisa é sempre quantitativo para explicitar o número de atendimentos prestados e o público beneficiário, a fim de subsidiar a necessidade ou não de ampliação da
ação desenvolvida.
D devem ser repassados a um profissional da academia que tem o exercício da pesquisa como sua atribuição precípua,
cumprindo um dos tripés da função da universidade (ensino, pesquisa e extensão) para que, dessa forma, possa subsidiar
o profissional da “prática”.
E têm a finalidade de ser classificatórios para possibilitar a inclusão ou não dos usuários em programas sociais e devem ficar
em cadastros arquivados e somente podem ser utilizados como subsídios para a pesquisa individualizada do usuário,
devido à questão do sigilo profissional.