O diálogo se converte, portanto, em uma exigência para qualquer um que deseje averiguar quais normas, regulamentos e instituições são justos. Mas esse diálogo que, em princípio, afeta pessoas concretas, exige ao mesmo tempo a compreensão das diferentes bagagens culturais dos interlocutores, na medida em que constituem signos de sua identidade. [...] Por isso, o diálogo não é um modismo, mas uma exigência.
CORTINA, Adela. Cidadãos do mundo: para uma teoria da cidadania. SP: Edições Loyola, 2005, p.168.
Qual proposta educacional está baseada na concepção de diálogo apresentada por Adela Cortina, de acordo com o trecho acima?