Observe o seguinte desabafo do filósofo Nietzsche:
“Ah, o quanto me repugna impingir a outro meus pensamentos!
Como me alegro de todo estado de ânimo e secreta mudança
dentro de mim, em que os pensamentos de outros prevalecem
diante dos meus! De vez em quando, porém, há uma festa ainda
maior, quando é permitido distribuir seus bens espirituais, à
maneira do confessor que se acha sentado no canto, ávido de que
um necessitado venha e fale da miséria de seus pensamentos, para
que ele possa lhe encher a mão e o coração e aliviar a alma
inquieta!”.
Sobre a estrutura e os componentes desse texto, é correto afirmar
que