Para Lück (2010, A gestão participativa na escola), a gestão democrática aponta para a “necessidade de rompimento de estruturas de poder vigentes, de modo a propor
uma expressão condizente com a nova orientação pretendida. No entanto, [..] cremos que o importante, antes e
acima de tudo, é romper com o entendimento de que se
tem uma estrutura como uma entidade fixa a ser dividida,
de modo que ao se dar poder a um tira-se de outro”. O
enfoque da autora sobre uma mudança de entendimento
configura essa questão especificamente como