Internacionalmente, o modelo clínico continua a dominar a supervisão e a avaliação dos professores. As práticas de supervisão
clínica se baseiam no estudo de situações reais do contexto escolar e recorrem à observação para analisar padrões no comportamento em sala de aula e melhorar o ensino através da colegialidade e da interação entre professores e supervisores.
(Alarcão, 2002; Sá Chaves, 2002.)
Trata-se de um processo de observação, reflexão e ação sobre a prática, centrado na resolução de problemas concretos, que
implica uma colaboração estreita entre o observador e o observado. Nesse processo, o observador assume o papel de colega
crítico, que funciona como apoio e recurso para a superação das dificuldades sentidas.
(Alarcão e Tavares, 2003.)
A observação de aulas permite aceder, entre outros aspectos, às estratégias e metodologias de ensino utilizadas, às atividades
educativas realizadas, ao currículo implementado e às interações estabelecidas entre professores e alunos. A observação de
aulas assume diferentes tipologias – informais ou formais – de acordo com a cultura de cada instituição e os processos
estabelecidos para o desenvolvimento profissional e a avaliação do desempenho dos professores. Sobre o exposto e, ainda,
considerando a prática do pedagogo na observação da sala de aula formal, está correto o que afirma em: