“É mais atraente aos currículos e propostas navegar pela
história, pelas ciências e artes, pela cultura e a herança
acumulada, letrada, pensada do que pela realidade vivida,
precarizada dos próprios educandos. Vimos como as
experiências do viver estão ausentes nos currículos. Até as
experiências do viver das infâncias-adolescências estão
ausentes nas propostas de educação básica. O que destacar
nessas propostas para entender, priorizar suas vivências
concretas da infância-adolescência?”
ARROYO, Miguel G. Currículo e território de disputa. Petrópolis: Vozes,
2011, p. 253.
De acordo com Miguel Arroyo e a partir do excerto transcrito,
é desafio da educação contemporânea: