Diz-se que uma pessoa possui um valor e legitima as
normas decorrentes quando, sem controle externo, pauta
sua conduta por elas. Por exemplo, alguém que não
rouba por medo de ser preso não legitima a norma "não
roubar": apenas a segue por medo do castigo e, na
certeza da impunidade, não a seguirá. Em
compensação, diz-se que uma pessoa legitima a regra
em questão ao segui-la independentemente de ser
surpreendida, ou seja, se estiver intimamente convicta de
que essa regra representa um bem moral.
Fonte: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais: Ética. Brasília:
MEC/SEF, 1997.
Segundo o Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN)
algumas considerações são norteadoras para o
entendimento dos processos psicológicos presentes na
legitimação de regras morais, sendo elas: