No Brasil as doenças respiratórias representam um sério
problema de saúde não só por se constituírem em uma
das principais causas de óbito, como também por
apresentarem peculiaridades, atingindo um segmento
prioritário da população, que é o das crianças menores
de cinco anos e de forma particularmente grave
naquelas menores de um ano. Sobre a atuação de
enfermagem nesse quadro de agravo de saúde, assinale
a alternativa correta.
A Se a criança apresentar sibilância leve, administrar
beta-2 por via inalatória (até três vezes, a cada 20
minutos) e administrar corticoide oral.
B Se a criança apresentar sibilância, avalie para
classificar a tosse ou a dificuldade para respirar, só
depois classificar e tratar antes a sibilância conforme
o Quadro AVALIAR E TRATAR.
C Entre as manifestações graves estão os diagnósticos
de enfermagem de padrão respiratório ineficaz, troca
de gases prejudicada, respiração espontânea
prejudicada e a desobstrução ineficaz das vias
aéreas. Esses sintomas, se não tratados
corretamente, podem levar a hipoxemia, a
insuficiência respiratória, a acidose e a morte.
D O enfermeiro, logo no primeiro contato com o
paciente, deve enviá-lo ao consultório médico, para
que lá o especialista faça uma avaliação minuciosa
das funções respiratórias para realizar um
planejamento de trabalho e desenvolver um
atendimento completo, eficiente e ideal para cada um
dos pacientes.
E Não há maiores dificuldades em realizar
corretamente a avaliação e o profissional de
enfermagem tem a capacitação para lidar com as
características definidoras das IRAs, que são
totalmente diferenciadas da maioria das doenças, por
exemplo os ruídos respiratórios, tosse, dispneia e
taquipneia, padrão respiratório anormal, mudança na
frequência respiratória, sonolência, uso de
musculatura acessória, entre outros.