Paulo Freire (1967), defensor da educação de jovens e adultos, reconhece que o conhecimento através da educação é um instrumento do homem sobre o mundo e essa ação produz mudança; portanto, não é um ato neutro, o ato de educar, torna-se, assim, um ato político. Para o autor, a leitura de mundo do aluno e o ato de ler têm como ponto de partida (1) a experiência de vida, (2) a leitura do contexto e (3) o autoritarismo do professor.
Estão de acordo com a concepção de Freire, os itens estão apresentados em