“As eleições diretas para diretores, historicamente, têm sido a
modalidade considerada mais democrática pelos movimentos
sociais, inclusive dos trabalhadores da educação em seus
sindicatos. [...]. A eleição direta tem sido apontada como um
canal efetivo de democratização das relações escolares.”
(OLIVEIRA, MORAES e DOURADO, 2008, pág. 6)
Porém, a eleição direta para diretores não pode conter em si a
garantia da democracia, tendo em vista que, muitas vezes,
aprofunda relações hierarquizadas no interior das escolas entre o
grupo vencedor e o grupo derrotado no certame.
Segundo Oliveira, Moraes e Dourado (2008), a democratização
dos processos educativos começa: