Essa anomalia tem consequências estéticas e sociais,
mas não afeta a audição. É mais comum nos orientais
e rara entre as raças brancas, porém sua real
incidência não foi estabelecida. Mais comumente
unilateral, pode ser bilateral em 20% dos casos.
Frequentemente, outras anomalias estão presentes:
estreitamento da hélice, hipoplasia ou ausência da
anti-hélice superior e alargamento da fossa
escafoide. A deformidade seria a consequência da
disgenesia do músculo auricular intrínseco durante o
terceiro mês durante a embriogênese. A disgenesia
embriológica muscular leva à hipoplasia da raiz
superior da anti-hélice, e ao desenvolvimento de uma
terceira raiz da anti-hélice. A terceira raiz que liga a
anti-hélice à região posterossuperior da hélice é
responsável por causar o defeito de contorno do
pavilhão auditivo. A solução para a deformidade é o
procedimento cirúrgico, porém ainda não há
uniformidade na técnica a ser utilizada. Aqui falamos
de: