Logo
QuestõesDisciplinasBancasDashboardSimuladosCadernoRaio-XBlog
Logo Questionei

Links Úteis

  • Início
  • Questões
  • Disciplinas
  • Simulados

Legal

  • Termos de Uso
  • Termos de Adesão
  • Política de Privacidade

Disciplinas

  • Matemática
  • Informática
  • Português
  • Raciocínio Lógico
  • Direito Administrativo

Bancas

  • FGV
  • CESPE
  • VUNESP
  • FCC
  • CESGRANRIO

© 2026 Questionei. Todos os direitos reservados.

Feito com ❤️ para educação

/
/
/
/
/
/
  1. Início/
  2. Questões/
  3. Língua Portuguesa/
  4. Questão 457941200315777

No título do texto “Queremos a infância para nós” e no período fina...

📅 2019🏢 IBADE🎯 Prefeitura de Porto Velho - RO📚 Língua Portuguesa
#Compreensão e Interpretação Textual#Análise Textual

Esta questão foi aplicada no ano de 2019 pela banca IBADE no concurso para Prefeitura de Porto Velho - RO. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Compreensão e Interpretação Textual, Análise Textual.

Esta é uma questão de múltipla escolha com 5 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.

1

457941200315777
Ano: 2019Banca: IBADEOrganização: Prefeitura de Porto Velho - RODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
Queremos a infância para nós


       O mundo anda bem atrapalhado: de um lado, temos crianças que se comportam, se vestem, falam e são tratadas como adultos. Do outro, adultos que se comportam, se vestem, falam e são tratados como crianças. Pelo jeito, infância e vida adulta têm hoje pouco a ver com idade cronológica.
      Não é preciso muito para observar sinais dessa troca: basta olhar as pessoas no espaço público. É corriqueiro vermos meninas vestidas com roupas de adultos, inclusive sensuais: blusas e saias curtas, calças apertadas, meiacalça e sapatos de salto. E pensar que elas precisam é de roupa folgada para deixar o corpo explodir em movimentos que devem ser experimentados... Mas sempre há um traço que trai a idade: um brinquedo pendurado, um exagero de enfeites, um excesso de maquiagem, etc.
      Se olharmos as adultas, vestidas com o mesmo tipo de roupa das meninas descritas acima, vemos também brinquedos, carregados como enfeites ou amuletos: nos chaveiros, nas bolsas, nos telefones celulares, nos carros. Isso sem falar nas mesas de trabalho, enfeitadas com ícones do mundo infantil.
       Criança pequena adora ter amigo imaginário, mas essa maravilhosa possibilidade tem sido destruída, pouco a pouco, pelo massacre da realidade do mundo adulto, que tem colaborado muito para desfazer a fantasia e o faz-de-conta. Mas os legítimos representantes desse mundo, por sua vez, não hesitam em ter o seu. Ultimamente, ele tem sido comum e ganhou o nome de deus. Não me refiro ao Deus das religiões e alvo da fé. A ideia de deus foi privatizada, e cada um tem o seu, à sua imagem e semelhança, mesmo sem professar religião nenhuma.
        O amigo imaginário dos adultos chamado de deus é aquele com quem eles conversam animadamente, a quem chamam nos momentos de estresse, a quem recorrem sempre que enfrentam dificuldades, precisam tomar uma decisão ou anseiam por algo e, principalmente, para contornar a solidão. Nada como ter um amigo invisível, já que ele não exige lealdade, dedicação nem cobra nada, não é?
      E o que dizer, então, das brincadeiras infantis que muitos adultos são obrigados a enfrentar quando fazem cursos, frequentam seminários ou assistem a aulas? É um tal de assoprar bexigas, abraçar quem está ao lado, acender fósforo para expressar uma ideia, carregar uma pedra para ter a palavra no grupo, escolher um bicho como imagem de identificação, usar canetas coloridas para fazer trabalhos, etc.     
       Mas, se existe uma manifestação comum a crianças e adultos para expressar alegria, contentamento, comemoração e afins, ela tem sido o grito. Que as crianças gritem porque ainda não descobriram outras maneiras de expressar emoções, dá para entender. Aliás, é bom lembrar que os educadores não têm colaborado para que elas aprendam a desenvolver outros tipos de expressão. Mas os adultos gritarem desesperada e estridentemente para manifestar emoção é constrangedor. Com tamanha confusão, fica a impressão de que roubamos a infância das crianças porque a queremos para nós, não?

SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com.  

No título do texto “Queremos a infância para nós”

e no período final “Com tamanha confusão, fica a impressão de que roubamos a infância das crianças porque a queremos para nós, não?” (7º §), a autora, ao usar a 1ª pessoa do plural, inclui-se entre os que desejam roubar a infância das crianças. Pela leitura do texto, pode-se depreender que, na verdade, quem quer roubar a infância das crianças são: 

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

Acelere sua aprovação com o Premium

  • Gabaritos comentados ilimitados
  • Caderno de erros inteligente
  • Raio-X da banca
Conhecer Premium

Questões relacionadas para praticar

Questão 457941200585377Língua Portuguesa

No trecho “ele poderá ser levado para dentro das escolas, MAS antes disso é preciso existir um debate ético.”, o termo destacado pode ser substituído,...

#Uso dos Conectivos#Sintaxe
Questão 457941200803687Língua Portuguesa

Na concordância verbal de sujeito ligado por ou, escolha a opção em que a conjunção indica retificação de número gramatical.

#Conjunções#Sintaxe#Concordância Verbal e Nominal#Morfologia
Questão 457941201236345Língua Portuguesa

Ao ler o poema, percebemos que o eu lírico acredita que:

#Compreensão e Interpretação Textual#Análise Textual
Questão 457941201377928Língua Portuguesa

Considere as conjunções em destaque nas frases abaixo:1 - MAL ele começou a ler, dormiu;2 - ORA descansamos ORA estudamos; e3 - Ela esteve aqui, MAS n...

#Conjunções#Uso dos Conectivos#Sintaxe#Morfologia
Questão 457941201728197Língua Portuguesa

Considere os itens abaixo: I - giz / gizes; II - fóssil / fósseis; III - abaixo-assinado / abaixos-assinados. Conforme a norma culta da Língua Portugu...

#Ortografia
Questão 457941201952839Língua Portuguesa

A primeira oração do segmento “se não abrirmos os olhos... adeus casamento!”, como efeito expressivo, apresenta um(a):

#Recursos Estilísticos#Análise Textual

Continue estudando

Mais questões de Língua PortuguesaQuestões sobre Compreensão e Interpretação TextualQuestões do IBADE