A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) não era obrigatória no Brasil até a publicação da Lei 11.638/07, exceto em casos específicos. De acordo com a modificação da Legislação Societária brasileira, Lei 6.404/76, é totalmente CORRETO afirmar que
A equivalentes de caixa são investimentos de altíssima liquidez, prontamente conversíveis em uma quantia conhecida de dinheiro e que apresentam risco insignificante de alteração de valor.
B as informações da DFC - Demonstração do Fluxo de Caixa - devem ser analisadas separadamente permitindo, assim, que investidores, credores e outros usuários avaliem, por exemplo, a capacidade de a empresa gerar futuros fluxos líquidos positivos de caixa.
C o objetivo primário da DFC - Demonstração do Fluxo de Caixa - é prover informações relevantes sobre recebimentos, em dinheiro, de uma empresa, ocorridos durante um determinado período e, com isso, ajudar os usuários das demonstrações contábeis na análise apenas da capacidade de gerar equivalentes de caixa.
D o método direto de elaboração da DFC faz a conciliação entre o lucro líquido e o caixa gerado pelas operações, por isso também é chamado de método da conciliação.
E as Atividades de Investimentos relacionam-se normalmente com o aumento e diminuição dos ativos de longo prazo (não circulantes) que a empresa utiliza para produzir bens e serviços. São exemplos de entradas de atividades de investimento: recebimentos resultantes da venda de imobilizado, intangível e de outros ativos não circulantes utilizados na produção; venda de ações emitidas; recebimento pela venda de participações em outras empresas; e resgates de aplicações financeiras.