Ao refletir sobre a “Prática pedagógica antirracista na
educação infantil”, Borges e Maletta (2023) afirmam que
“há a necessidade de educar na subjetividade e isso só é
possível nas ações, nos olhares, no toque, apresentando
afeto, receptividade, compreensão.
Para as autoras, o mais importante nessa prática é