Amorim e Alves (2008) escrevem que a ausência da
visão, por si só, não impõe limitações à possibilidade de
estabelecer relações socias e interagir com o mundo,
bem como não impossibilita responder aos estímulos do
ambiente.
No entanto, na perspectiva das autoras, a falta da visão
traz consequências para a criança cega, por exemplo: