A audiometria tonal pode ser realizada para a obtenção
dos limiares de sensibilidade para tons puros, tanto da
condução aérea como da condução óssea, e tem como
propósito medir a sensibilidade auditiva em função da
frequência, e pode mostrar que uma pessoa consegue
ouvir bem alguns sons, mas apresenta perda auditiva para
outros. Sendo assim, pode-se concluir que a determinação
dos limiares tonais:
A por via óssea e o limiar de reconhecimento de fala
(LRF) analisam a sensibilidade auditiva, demonstrando
o grau de perda auditiva. Os limiares tonais por via
aérea, quando comparados com os de via óssea,
diferenciam o tipo de perda: condutiva e
sensorioneura.
B por via aérea e o limiar de mascaramento analisam a
sensibilidade auditiva, demonstrando o grau da lesão
coclear. Os limiares tonais por via óssea, quando
comparados com os de via aérea, diferenciam o tipo de
perda: condutiva, sensorioneural e mista.
C por via aérea e o limiar de reconhecimento de fala
(LRF) analisam a sensibilidade auditiva, demonstrando
o grau de perda auditiva. Os limiares tonais por via
óssea, quando comparados com os de via aérea,
diferenciam o tipo de perda: condutiva, sensorioneural
e mista.
D
por via aérea e o limiar da timpanometria analisam a
sensibilidade auditiva, demonstrando o grau de perda
auditiva. Os limiares tonais por via óssea, quando
comparados com os de via aérea, diferenciam o tipo de
perda: sensorioneural e mista.
E por via aérea e o limiar de reconhecimento de fala
(LRF) analisam a percepção auditiva, demonstrando o
grau de defasagem do processamento auditivo. Os
limiares tonais por via óssea, quando comparados com
os de via aérea, diferenciam o tipo de perda: condutiva
e mista.