“A alfabetização científica pode ser considerada como uma das dimensões para
potencializar alternativas que privilegiam uma educação mais comprometida. É
recomendável enfatizar que essa deve ser uma preocupação muito significativa no ensino
fundamental, mesmo que se advogue a necessidade de atenções quase idênticas também
para o ensino médio. Sonhadoramente, ampliaria a proposta para incluir também, mesmo
que isso possa causar arrepio em alguns, o ensino superior.”
(CHASSOT, Áttico. Alfabetização científica: uma possibilidade para a inclusão social. 2012. Revista
Brasileira de Educação. nº 22, p. 89 - 100, jan/abr, 2003.). Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n22/n22a09.pdf> Acesso em: 30 nov. 2020.
Para Chassot (2003), ser alfabetizado cientificamente significa