O trabalho, no contexto da sociedade capitalista, impõe-se na vida da criança pobre como estratégia de prevenção da marginalidade e dos perigos do meio, afastando-se da concepção de infância como um período da
vida do ser humano, cujas fragilidades e peculiaridades
devem ser respeitadas e valorizadas na sua integralidade
e universalidade. Na realidade brasileira, historicamente,
a forma de olhar e tratar a criança, diante das estruturas
sociais vigentes, impôs-lhe o trabalho como