Pedro, servidor do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins,
durante uma fiscalização, suspeitou que Maria teria sonegado um
documento que seria útil à análise a ser realizada pela equipe de
fiscalização. Por tal razão, alertou-a das sanções aplicáveis em
virtude de sonegação de processo, documento ou informação e
obstrução ao livre exercício das atividades de controle externo.
Irresignada com a suspeita de Pedro e com o “alerta” que
recebera, solicitou que o seu advogado analisasse a
compatibilidade dessa conduta com o Código de Ética dos
Servidores do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins.
Foi corretamente respondido a Maria que Pedro agiu em: