Um engenheiro foi designado para elaborar a avaliação de
um prédio em desuso, com o propósito de determinar sua
desocupação, dado o estado de deterioração do imóvel. Como
primeira providência, o avaliador vistoriou as instalações e concluiu
que o custo de recuperação era inviável, tendo considerado como
melhor alternativa a venda do imóvel nas condições em que se
encontrava. Para definir o valor, o engenheiro optou pelo método
comparativo direto de dados de mercado. Por ser engenheiro
eletricista, o avaliador decidiu omitir na assinatura do laudo de
avaliação a sua formação específica.