O conhecimento da prevalência dos fatores de risco para as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), principalmente os de natureza comportamental, é fundamental, pois sobre eles as ações preventivas podem ser efetivas. Os resultados obtidos nas pesquisas sobre consumo de alimentos pelos brasileiros mostram que há maior utilização de frutas e hortaliças, assim como de tubérculos, nas áreas rurais.