Pesquisas desenvolvidas sobre as emoções e os afetos no trabalho concluem a favor da
importância da média gerência na redução de impactos negativos sobre o trabalhador e
identificam padrões para esse gerenciamento. Assim, são técnicas para o gerenciamento das
emoções no ambiente de trabalho:
A estímulo à vivência da emoção como uma importante ferramenta para o ajustamento e a
adaptação no exercício do papel profissional, padronizando a expressão das emoções na
interação com os outros; e redirecionamento das manifestações afetivas para espaços
catárticos, que venham dar vazão à demonstração espontânea daquelas emoções e
sentimentos que podem ser revelados no contexto das interações formais de trabalho.
B controle dos empregados sobre o que está acontecendo, mantendo-os informados sobre
cada passo da mudança e qual seu objetivo final, para que possam desistir quando
necessário; e sustentação de uma mudança organizacional pela forma como os gerentes
administram suas emoções e de seus colaboradores.
C autogerenciamento das emoções, favorecendo um melhor equacionamento entre
pensamento, sentimento e ação, por meio da reavaliação cognitiva da situação e do
aumento da resiliência; e gerenciamento organizacional das emoções, adotando medidas
para evitar emoções disfuncionais, ou buscando identificar fatores potencialmente
desencadeadores de emoções negativas, preparando as pessoas para lidar com normas,
diversidade e mudança.
D exame das manifestações afetivas explícitas, para tornar a intervenção do gerente mais
efetiva a fim de antecipar ou minimizar as consequências; e monitoramento do impacto das
mudanças nas pessoas, de modo que possa ser dado o suporte necessário para que a
organização gerencie seus sentimentos e afetos.