Madalena Freire (1996), sobre a ação docente, trata da
importância de sermos um(a) observador(a) e esclarece
que observar não é invadir o espaço do outro, sem
pauta, sem planejamento, sem devolução e muito menos
sem encontro marcado. Nessa perspectiva, é correto
afirmar que:
A As observações das crianças não são válidas para o
planejamento, pois elas não têm as competências
pedagógicas para estabelecer conceitos e avaliar o
desempenho dos colegas nas propostas.
B Observar uma situação pedagógica é vigiá-la,
garantir que o planejamento aconteça como
esperado e que as crianças, assim como os demais
educadores compreendam os objetivos pedagógicos.
C Observar uma situação pedagógica não é vigiá-la,
mas sim, fazer vigília por ela, isto é, estar e
permanecer acordado por ela, na cumplicidade da
construção do projeto, na cumplicidade pedagógica.
D Observação não é uma ação planejada, ela acontece
de maneira espontânea, por essa razão não há
possibilidade de registro, cabe ao professor(a) o
registro apenas das atividades planejadas.
E O instrumento da observação apura o olhar (e todos
os sentidos) só do educador, pois o educando não
pode perceber que está sendo observado, para a
leitura diagnóstico da realidade pedagógica.