Na verdade, falar implica entrar no jogo das representações discursivas (o que quero e posso com o sistema,
quem é o meu interlocutor, como me represento no discurso… etc.). Falar é compreender os mecanismos das
convenções sociais (e não só ortográficas). Falar é perceber que me constituo na mesma medida em que constituo o discurso… Segundo Orlandi (1983), falar é “outra
coisa que produzir um exemplo de gramática”.
(Albuquerque. 2006. Adaptado)
Na perspectiva esboçada pela autora, o sujeito do discurso
emerge como