A estratificação do risco cardiovascular dos indivíduos assintomáticos mais predispostos é crucial para a prevenção efetiva,
com a correta definição das metas terapêuticas individuais.
Atribuição intuitiva do risco frequentemente resulta em sub ou
superestimação dos casos de maior ou menor risco, respectivamente. Para contornar esta dificuldade, diversos algoritmos
têm sido criados, baseados em análises de regressão de estudos populacionais, por meio dos quais a identificação do risco
é substancialmente aprimorada.
(Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da
Aterosclerose – 2017.)
Considerando a diretriz citada, analise as afirmativas a seguir.
I. A dosagem da proteína C-reativa ultrassensível pode ser
empregada na estratificação de risco cardiovascular e
possui capacidade de reclassificação nos indivíduos de
risco intermediário.
II. Considerando indivíduos de muito alto risco cardiovascular, o LDL-colesterol deve ser reduzido para < 50 mg/dL e
o não HDL-c < 80 mg/dL.
III. Recomenda-se tratamento medicamentoso visando à
elevação dos níveis de HDL-colesterol, sendo o ezetimibe
a droga de escolha.
Está correto o que se afirma em