Para denunciar a fragilidade da organização das provas
de um exame vestibular, um jornalista de um importante
periódico recifense se inscreveu e cometeu alguns atos
proibidos pelo organizador da prova: fez uso de mensagem de texto para vazar o tema da redação e usou lápis e
borracha, que estavam vetados nas instruções. A prática
usada pelo profissional para desenvolver a pauta é condenada pelo Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros,
que proíbe o jornalista de