O exercício do trabalho autônomo, eliminado o dispêndio
de tempo excedente para a produção de mercadorias,
eliminado também o tempo de produção destrutivo e
supérfluo (esferas estas controladas pelo capital), possibilitará o resgate verdadeiro do sentido estruturante do
trabalho vivo, contra o sentido (des)estruturante do trabalho abstrato para o capital. (Antunes, 2009)
Para Ricardo Antunes, o trabalho vivo consiste em