Conforme Iamamoto (2003), o Serviço social se gesta
e se desenvolve como profissão reconhecida na
divisão social do trabalho, tendo por pano de fundo
o desenvolvimento capitalista industrial e a
expansão urbana, processos esses aqui apreendidos
sob o ângulo das novas classes sociais emergentes –
a constituição e a expansão do proletariado e da
burguesia industrial – e das modificações verificadas
na composição dos grupos e frações de classes que
compartilham o poder de Estado em conjunturas
específicas. É nesse contexto, em que se afirma a
hegemonia do capital industrial e financeiro, que
emerge sob novas formas a (o):