Os testes de QI eram usados nos anos 1970 e nas décadas anteriores para justificar o encaminhamento daqueles sujeitos que apresentavam comportamentos sociais
não desejáveis para instituições ou classes especiais, assim como para classificar os alunos em “imaturos”, “prováveis excepcionais” e “maduros” para a aprendizagem.
(Marcia Denise Pletsch. “A escolarização de pessoas com
deficiência intelectual no Brasil: da institucionalização às políticas de
inclusão (1973-2013)”. Arquivos Analíticos de Políticas Educativas, 2014)
Segundo a autora, tal fato colaborou para ampliar a