“No ensino de Matemática, as imagens de satélite e fotografias
aéreas podem ser utilizadas como recurso para a compreensão de
conceitos, como os de área, proporção e formas geométricas,
através da análise e compreensão entre os elementos constitutivos
de uma paisagem tais como plantações, estradas, serras, rios e
cidades. Os produtos de sensoriamento remoto podem ser
utilizados como recurso à compreensão e resolução de problemas
reais/concretos, como por exemplo calcular a área desmatada de
uma floresta e a proporção deste impacto para a população local
e circunvizinha, utilizando diferentes escalas.”
Fonte: http://www.dsr.inpe.br/DSR/educacao/uso-escolar-sensoriamentoremoto/material-didatico-anos-anteriores/arquivos/capitulo_12.pdf
O trecho acima encontra-se no material didático do curso “Uso
Escolar do Sensoriamento Remoto para Estudo do Meio
Ambiente”, promovido pelo Instituto Nacional de Pesquisas
Espaciais (INPE), instituição federal localizada na cidade de São
José dos Campos – SP, e sugere uma ação pedagógica que pode
relacionar as disciplinas de matemática e geografia.
De acordo com os pressupostos e recomendações dos
documentos oficiais para os anos iniciais do Ensino Fundamental,
a relação estabelecida pelas disciplinas em contextos como este
deve ser de