Embora reprimida e perseguida, a capoeira continuou o
seu percurso. Às escondidas, nos quintais, nas praias,
nos terreiros e nos arredores da cidade, as capoeiras,
após a abolição da escravidão e com o advento da República, exercitavam e aperfeiçoavam a sua prática e a
transmitiam para as futuras gerações.
Somente nos anos 1930 a 1940, a capoeira volta à cena
brasileira de maneira pública, por meio do presidente Getúlio Vargas, na revolução de 1930 [...].
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Considerando o exposto pelo fragmento, de acordo com
Munanga e Gomes, Getúlio Vargas